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Visão Geral sobre a Denominação "Assembléia de Deus"
O que são as Assembléias de Deus
As Assembléias de Deus são uma comunidade protestante, segundo os
princípios da Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século
16, contra a Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir
diretamente a Deus baseada na morte de Jesus na cruz. Este é um
relacionamento pessoal e significativo com Jesus. Embora sejamos menos
formais em nossa adoração a Deus do que muitas denominações protestantes, a
Assembléia de Deus se identifica com eles na fundamentação
bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal (Hebreus 4.14-16;
6.20; Efésios 2.18).
As Assembléias de Deus são uma igreja evangélica pentecostal que prima
pela ortodoxia doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e
prática, acha-se comprometida com a evangelização do Brasil e do mundo,
conformando-se plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.
A doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas diz
respeito ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o
batismo no Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão
registrados no Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e
servir aos outros; uma dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por
Cristo, sua Palavra, e pelos perdidos; e o recebimento de dons espirituais
(Atos 1.4,8; 8.15-17).
As Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é derramado, ele
enche o crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os 120 crentes
no Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção pentecostal seja
distintiva, as Assembléias de Deus não a têm como mais importante do que as
outras doutrinas (Atos 2.4).
O seu Credo de Fé realça a salvação pela fé no sacrifício vicário de
Cristo, a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais e a
bendita esperança na segunda vinda do Senhor Jesus. Consciente de sua
missão, as Assembléias de Deus não prevalecem do fato de ter, segundo dados
do IBGE (Censo 2000), mais de oito milhões de membros. Apesar de sua força e
penetração social, optou por agir profética e sacerdotalmente. Se por um
lado, protesta contra as iniqüidades sociais, por outro, não pode descuidar
de suas responsabilidades intercessórias.
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Início no Brasil
A Assembléia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará,
em 19 de novembro de 1910, vindos dos EUA.
A princípio, freqüentaram a Igreja
Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Eles traziam a
doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas
estranhas — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do
movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de
oração nos EUA (e também de forma isolada em outros países), principalmente
naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial
através de um de seus principais discípulos, um pastor negro leigo, chamado
William Joseph Seymour, na Rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro
rejeitou. Assim, em duas assembléias distintas, conforme relatam as atas das
sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de
1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e
adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, que já era empregado pelo movimento
de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph
Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de
Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de
Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembléia de Deus, em virtude da fundação
das Assembléias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas,
mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembléia de Deus no Brasil se expandiu pelo Estado do Pará, alcançou o
Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais
pobres da população. Chegou ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias
de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para
estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja
teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com
a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital
da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de
Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico.
Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos
adiante.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão
da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava,
principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos
anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros
missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a
nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de
Natal, RN, a Assembléia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo
administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo
perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja
passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos
missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a
estruturação teológica da denominação.
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Organização Denominacional
As Assembléias de Deus estão organizadas em forma de árvore, onde cada
Ministério é constituído pela Igreja-Sede com suas respectivas filiadas,
congregações e pontos de pregação. O sistema de administração é um misto
entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são
previamente tratados pelo ministério, com forte influência da liderança
pastoral, e depois são levados à Assembléia para serem votados.
As igrejas Assembléias de Deus atuam em cada lugar sem estarem ligadas
administrativamente à uma instituição nacional. A ligação nacional entre as
igrejas é feita através dos seus pastores que são filiados a convenções
estaduais que, por sua vez, se vinculam a uma Convenção de caráter nacional.
Em cada estado os pastores estão ligados a convenções regionais e a
ministérios. Essas convenções, em geral, credenciam evangelistas e pastores,
cuidam de assuntos da liderança e de direção das igrejas. Essas convenções
operam um tipo de liderança regional entre a igreja local e a Convenção
Geral.
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Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil
A Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB) é dirigida
por uma Mesa Diretora, eleita a cada dois anos numa Assembléia Geral. Para
várias áreas de atividades das Assembléias de Deus a CGADB tem um conselho
ou uma comissão. Desta forma, existem o Conselho Administrativo da Casa
Publicadora (CPAD), o Conselho de Educação e Cultura Religiosa, o Conselho
de Doutrinas, o Conselho Fiscal, o Conselho de Missões, a Secretaria
Nacional de Missões (SENAMI), a Escola de Missões das Assembléias de Deus (EMAD)
e a Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia da CGADB (FAECAD).
A CGADB possui sede no Rio de Janeiro e pode ser considerada o tronco da
denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo
organizacional à Igreja, e a quem pertence a patente do nome no país. A CGADB hoje conta com cerca de 3,5 milhões de membros em todo o Brasil (dados
do ISER) e centenas de missionários espalhados pelo mundo.
A CGADB é proprietária da Casa Publicadora das Assembléias de Deus — CPAD,
com sede no Rio de Janeiro, que atende parcela significativa da comunidade
evangélica brasileira. À CGADB também pertence a Faculdade Evangélica de
Tecnologia, Ciências e Biotecnologia — FAECAD, sediada no mesmo Estado, e
que oferece os seguintes curso em nível superior: Administração, Comércio
Exterior, Marketing, Teologia e Direito.

A CGADB é constituída por várias convenções estaduais e regionais, além
de vários ministérios. Alguns ministérios cresceram de tal forma que
tornaram-se denominações de fato, com suas congregações sobrepondo as áreas
de abrangência das convenções regionais. Dentre os grandes ministérios se
destaca o Ministério do Belém, que possui cerca de 2200 igrejas concentradas
no centro-sul e com sede no bairro do Belenzinho na capital paulista, sendo
presidida (2008) pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa,
que também lidera a CGADB.
Na área política, 21 deputados federais são membros das Assembléias de
Deus e a representam institucionalmente junto aos poderes públicos nos
assuntos de interesse da denominação, supervisionados pelo Conselho Político
Nacional das Assembléias de Deus no Brasil, com sede em Brasília, DF, que
coordena todo o processo político da CGADB. Além disso, são cerca de 27
deputados estaduais, mais de cem prefeitos e cerca de 1000 vereadores, todos
sob a chancela de igrejas ligadas à CGADB.
Desde a década de 1980, por razões administrativas, a Assembléia de Deus
brasileira tem passado por várias cisões que deram origem a diversas
convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do
país. O mais expressivo dos ministérios independentes originários da CGADB é
o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos da década de
1930, fundada pelo pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de
base para a estruturação nacional do Ministério por ele presidido, até a sua
morte, no final de 1982.
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Convenção Nacional das Assembléias de Deus no Brasil - Ministério
de Madureira
À medida que os anos se passavam, os pastores do Ministério de Madureira (assim
conhecido por ter sua sede no bairro de mesmo nome, no Rio de Janeiro), sob a
liderança do pastor (hoje bispo) Manoel Ferreira, se distanciavam das normas
eclesiásticas da CGADB, segundo a liderança da época, que, por isso mesmo,
realizou uma Assembléia Geral Extraordinária em Salvador, BA, em setembro de
1987, onde esses pastores foram suspensos até que aceitassem as decisões
aprovadas. Por não concordarem com as exigências que lhes eram feitas, se
organizaram numa nova entidade, hoje com cerca de 2 milhões de membros, no
Brasil e exterior. Dessa forma surgiu a Convenção Nacional das Assembléias de
Deus no Brasil — Ministério de Madureira — CONAMAD, fundada em 1988.
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Outros ramos
Há, ainda, vários ministérios e um grande número de igrejas independentes que
usam a nomenclatura Assembléia de Deus, em diversas regiões do país, que atuam
sem vinculação com a CGADB ou com a CONAMAD.
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Assembléia de Deus em Portugal
Em Portugal a história dessa denominação pentecostal é contada a partir
do ano de 1913. Foram os missionários portugueses emigrados do Brasil José
Plácido da Costa (1913) e José de Matos Caravela (1921) que deram início às
ações que resultaram na fundação das Assembléias de Deus em Portugal.
A primeira igreja Assembléia de Deus em Portugal foi fundada na cidade de
Portimão, em 1924, pelo missionário José de Matos, também responsável pela
fundação das igrejas do Algarve, de Santarém e de Alcanhões. A partir desse
ano, com a ajuda de missionários suecos e o esforço de obreiros portugueses,
foram estabelecidas diversas outras igrejas em várias cidades, como: Porto,
em 1930, com a intervenção do missionário sueco Daniel Berg; Évora, em 1932,
pela ação da evangelista Isabel Guerreiro; e Lisboa, em 1934, com a ajuda do
missionário Jack Hardstedt.
Da ação missionária das Assembléias de Deus em Portugal deu-se a expansão
da igreja aos territórios ultramarinos, a exemplo de: Angola, Guiné, São
Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor-Leste; os quais posteriormente
tornaram-se nações independentes, mas mantiveram suas igrejas Assembléias de
Deus nacionais em fraterna relação com as coirmãs portuguesas.
Em Portugal o ramo principal é a Convenção das Assembléias de Deus em
Portugal, com quase 400 igrejas, a maior denominação protestante no país.
Além da CADP, existem outras denominações organizadas em Portugal,
originárias de imigrantes brasileiros ou cismas da CADP, que adotam o mesmo
nome, como a Assembléia de Deus Missionária; Assembléia de Deus Universal;
Convenção Nacional das Assembléias de Deus (60 igrejas); Igreja de Nova Vida
- Assembléia de Deus da Amadora.
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Assembléia de Deus nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos surgiram várias congregações pentecostais
independentes, desde o avivamento da Azuza St, em 1906. Buscando unidade,
comunhão entre si, trabalho missionário e organização legal, alguns líderes
convocaram uma Convenção em Hot Springs, Arkansas, em 1914. Como resultado,
houve a adesão de quase 500 ministros e a criação do General Council of the
Assemblies of God (Concílio Geral das Assembléias de Deus), mais tarde
sediado em Springfield, Missouri. Essa igreja possui, hoje, cerca
de 2 milhões de membros e envia missionários a vários países do mundo. John Ashcroft, procurador-geral dos EUA durante o primeiro mandato de George W.
Bush, é membro dessa denominação.
As Assemblies of God apresentam algumas diferenças de sua coirmã
brasileira: no tocante à administração, não existe o sistema de ministérios;
cada igreja local é autônoma e não é subordinada a nenhuma outra entidade,
mas voluntariamente agrupam-se em presbitério regionais, onde há igualdade
entre todos e contam com a participação de representantes leigos. A
congregação local entrevista e contrata o pastor, que é examinado e ordenado
pelo Concílio Geral. Referente aos costumes, as Assemblies of God são
integradas à sociedade americana, permitindo, por exemplo, que suas mulheres
cortem o cabelo e usem calças compridas.
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Assembléia de Deus na Grã-Bretanha e Irlanda
Organizada em 1924, a Assemblies of God in Great Britain and Ireland
cresceu sob a influência do pastor Donald Gee. Reúne hoje cerca de 600
igrejas locais e possui uma rede de missionários atuando em vários
continentes. Uma característica da AGGBI é a prática da Santa Ceia
semanalmente.
Existem ainda Assembléias de Deus composta por imigrantes caribenhos e
brasileiros, cujas igrejas não possuem relações com a AGGBI.
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Doutrina
De acordo com o credo das Assembléias de Deus, entre as verdades
fundamentais da denominação, estão a crença:
- Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o
Espírito Santo.
- Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única regra
infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão.
- Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e
expiatória, ressurreição corporal e ascensão para o céu.
- No pecado que distancia o homem de Deus, condição que só pode ser
restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.
- Arrebatamento dos membros da Igreja para a Nova Jerusalém em breve com
a volta de Cristo.
- Na necessidade de um novo nascimento pela fé em Jesus Cristo e pelo
poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para que o homem se
torne digno do Reino dos Céus;
A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro,
uma só vez, em adultos, em nome da Trindade; a celebração, sistemática e
continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no Espírito Santo com
a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido dos dons do Espírito
Santo.
A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda
vinda premilenial de Cristo em duas fases distintas: a primeira, invisível
ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação;
e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre
o mundo por mil anos, sendo portanto dispensacionalista.
Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante
o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da
causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade para
os fiéis e de tormento para os infiéis.
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Liturgia
Os cultos da Assembléia de Deus se caracterizam por orações, cânticos
(músicas gospel e hinos evangélicos clássicos), testemunhos e pregações,
onde muitas vezes ocorrem manifestações dos dons espirituais, como profecias
e o culto em línguas.
Possui dias e horários específicos, sendo o principal deles no Domingo (o
culto público) por volta das 19:00hs, e o de Ensinamento Bíblico (a Escola
Bíblica Dominical, com divisão de classes por idade aos Domingos por volta
das 09:00hs.
Os cultos e trabalhos tem duração média de 2 horas, sendo divididos em:

- Oração inicial - Normalmente um obreiro ou pastor faz uma oração
pedindo a benção de Deus.
- Cânticos iniciais - Utilizando-se da Harpa Cristã (um livreto de Hinos
Evangélicos Clássicos), canta-se em média 03 hinos
- Leitura trecho bíblico (ou Palavra Introdutória) - Neste momento a
leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito Santo, no qual o culto
será direcionado como um todo com base nesse trecho.
- Oportunidades de Cânticos por Grupos de Jovens, Crianças, Senhoras,
Adolescentes, Corais, Grupos e Ministérios de Louvor.
- Oportunidades de Testemunhos por Membros - Momento no qual os membros
contam o que Deus mudou em suas vidas e vem fazendo atualmente por eles.
- Leitura Bíblica e Pregação - na qual um pastor, um membro da igreja
local, ou um pregador ou pastor convidado fará a pregação (sermão)
explicando a passagem bíblica para toda a igreja.
- Apelo - Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como
seu único e suficiente Salvador.
- Cântico de Encerramento.
- Oração Final.
- Benção Apostólica.
Obs: Nem todas os ministérios da Assembléia de Deus seguem esta liturgia.
É importante lembrar que atualmente muitas Assembléias de Deus adotam linha
litúrgica contextualizada de louvor e condução dos cultos, bem próximos das
liturgias praticadas pelas Comunidades Evangélicas e Igrejas de Nova Vida em
geral.
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O Compromisso com a Proclamação da Palavra de Deus
Sendo uma comunidade de fé, serviço e adoração, as Assembléias de Deus
não podem furtar-se às suas obrigações - proclamar o evangelho de Cristo e
promover espiritual, moral e socialmente o povo de Deus. Somente assim,
estaremos nos firmando, definitivamente, como agência do Reino de Deus.
As Assembléias de Deus não são a única igreja. Deus está usando muitos
outros para alcançar o mundo para Ele. Nos cenários brasileiro e mundial
somos uma das muitas denominações comprometidas em conduzir crianças,
adolescentes, jovens e adultos a Cristo.
Nossa oração nas Assembléias de Deus é que sejamos usados por Deus para
ajudar os perdidos e propiciar um ambiente onde o Espírito Santo possa
realizar sua obra especial na vida dos que crêem.
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FONTES:
Site Wikipedia - www.wikipedia.org
Site CPAD - www.cpad.com.br
Dicionário do Movimento Pentecostal
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